Projeto Político-Pedagógico
E. E 26 DE AGOSTO
2016
Situação Legal e Funcional
Escola Estadual 26 de Agosto
Ata de inauguração Oficial da Escola Mista 26 de Agosto em 07 de Junho de 1936. Decreto nº 0248 de 24 de Maio de 1957 D.O.14347, elevada à categoria de Escola Reunida 26 de Agosto.
Reconhecimento do Ensino Fundamental e Médio
Decreto nº 1074 de 20 de Agosto de 1970, elevou-a de nível, passando a denominar-se Colégio Estadual de 1º e 2º Graus 26 de Agosto.
Deliberação CEE Nº 3188 de 02 de Julho de 1992, D.O. nº 3352 credencia e reconhece a instituição de ensino para oferecer a Educação Básica e autoriza o funcionamento do Ensino Fundamental e Médio.
Autorização do Curso Lei 7044/82, Resolução /SED nº 0787 D.O. nº 3476 de 03 de Fevereiro de 1993.
Rua Rui Barbosa nº 4580, Bairro São Francisco,
CEP 79002- 367, Fone/*fax: (0xx67) *3314-7063 e 3314-7064
Campo Grande – MS.
e-mail: ee26deagosto@sed.ms.gov.br
Esta Unidade Escolar está estabelecida no prédio cedido pela Seleta Sociedade Caritativa Humanitária e mantida pela Secretaria de Estado de Educação.
O presente Projeto Político Pedagógico – PPP –é o resultado de uma caminhada coletiva construída com a comunidade da Escola Estadual 26 de Agosto nos momentos de discussões e estudos, em reuniões pedagógicas, atividades planejadas, intervenções realizadas e em outros momentos da nossa ação educativa.
O desencadeamento desse processo levou-nos à construção coletiva do PPP conforme prescreve a Lei de Diretrizes e Bases da Educação - Lei Nº 9.394/96: “Art. 12. Os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão a incumbência de: elaborar e executar sua Proposta Pedagógica”.
Para consolidar e fortalecer essa nossa caminhada, organizamos nosso Projeto fundamentados em todo o nosso fazer educativo em uma concepção sociointeracionista, que trabalha a diversidade conforme prevê a Lei Nº 10.639/ 2003, que favorece a inclusão de crianças portadoras de necessidades especiais, atendendo ao Inciso III do Art. 54 da LDB.
Destacamos a interação necessária entre aluno-aluno, aluno-professor e aluno-alvo de conhecimento para que a aprendizagem torne-se produtiva, o que viabiliza a autonomia de todos os envolvidos nesse processo.
Na ação educacional, respeitar-se-ão os valores ideológicos, culturais e históricos próprios do contexto social da criança e do adolescente, garantindo-lhes a liberdade de criação e o acesso às fontes de cultura, conforme o Art. 58 do Estatuto da Criança e do Adolescente: ”No processo educacional respeitar-se-ão os valores culturais, artísticos e históricos próprios do contexto social da criança e do adolescente, garantindo-se a estes a liberdade da criação e o acesso às fontes de cultura”.
A fim de atender às necessidades evidenciadas nas relações sociais contemporâneas, faz-se necessária a sua compreensão mediante uma leitura mais abrangente de nosso tempo e de seus atores para, dessa forma, atingir os objetivos educacionais propostos, a saber: formação crítica para a cidadania, o que proporciona ao educando ferramentas que possibilitem uma atuação mais efetiva nas decisões políticas, sociais e econômicas na comunidade em que está inserido, ou seja, formando não um cidadão passivo, mas um agente transformador de sua realidade.
Essa prática, entretanto, somente será alcançada mediante uma formação continuada do corpo docente, mantendo atualizado as novas propostas pedagógicas, experiências tanto da própria comunidade escolar quanto a de outras realidades com características semelhantes.
Por conseguinte, este PPP não deve ser considerado um manual acabado, bem como os componentes curriculares, mas como um parâmetro na busca da qualidade do processo ensino-aprendizagem.
A função da escola é oferecer um ensino de qualidade, propiciando ao aluno saber utilizar as diferentes fontes de informações e recursos tecnológicos para adquirir e construir conhecimentos em um ambiente de respeito, de organização e responsabilidade. Desse modo, a escola poderá contribuir para a formação de cidadãos capazes de participar com competência e dignidade de seu meio social como agentes transformadores.
A função primordial da escola é ensinar. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em seu artigo 12º, BRASIL (2001, p.25), determina à escola
I - elaborar e executar sua proposta pedagógica;
II - administrar seu pessoal e seus recursos materiais e financeiros;
III - assegurar o cumprimento dos dias letivos e horas-aula estabelecidas;
IV - velar pelo cumprimento do plano de trabalho de cada docente;
V - prover meios para recuperação dos alunos de menor rendimento;
VI - articular-se com as famílias e a comunidade, criando processos de integração da sociedade com a escola;
VII - informar os pais e responsáveis sobre a frequência e o rendimento dos alunos, bem como sobre a execução de sua proposta pedagógica. (BRASIL, 2001, p.25).
A Escola Estadual 26 de Agosto, tem por missão propiciar, motivar e incentivar uma aprendizagem significativa, partindo da reflexão de valores éticos, sociais, morais e solidários, favorecendo a formação de um cidadão intelectualmente crítico e socialmente ativo.
A Escola Estadual 26 de Agosto, tem por visão, validar-se como instituição cultural, transmitindo a seus alunos o conhecimento acumulado pela humanidade. Os conteúdos devem ser apenas um meio para levar o aluno a desenvolver habilidades que, harmonicamente conduzidas, — tornar-se-ão competências necessárias para uma vida de qualidade com cidadania.
Fundamento Ético-Político
Ao definir seu Projeto Político-Pedagógico, a Escola Estadual 26 de Agosto, assume como valor fundamental o valor da pessoa humana em sua dignidade. Consequentemente propõe uma educação ética que crie condições para a construção de identidades, que se constituam pelo desenvolvimento da sensibilidade e pelo reconhecimento do direito a igualdade, orientando as condutas para que respondam as exigências de nosso tempo.
Todo homem enquanto pessoa constitui um valor em si mesmo. Uma educação comprometida com o aprimoramento pessoal deve respeitar o homem em sua dignidade, repudiando qualquer tipo de discriminação. Ao destacar o valor da pessoa, a escola elege também como valores a liberdade, a responsabilidade, a justiça e a verdade.
Nossa Clientela
A Escola Estadual 26 de Agosto, atende a uma população dos bairros periféricos, provenientes das camadas populares da sociedade. A escola promove a educação-aprendizagem aos alunos no Ensino Fundamental e Ensino Médio, durante os períodos Matutino, Vespertino e Noturno. A escola trabalha, não mais com conteúdos elitistas, mas sim, normatizados pela LDB (Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, Parâmetros Curriculares Nacionais e o Projeto Político Pedagógico), seguindo a Própria Ementa Curricular, fornecida pela Secretaria de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul.
Caracterização da População Atendida pela escola
Como a maioria das escolas públicas, a nossa escola, também recebe alunos oriundos dos mais diversos bairros da cidade e da zona rural consequentemente com realidades sociais também diferenciados, sofrendo também reflexos diretos da atual situação mundial.
A Escola Estadual 26 de Agosto atende mais de 800 alunos, utilizando a metodologia proposta como sócio-interacionista, pois temos uma clientela pertencente à classe média baixa, algumas famílias com pais separados, algumas famílias consideradas estáveis e alguns alunos que vivem com parentes, como avós, tios, tias, etc.
A maioria dos alunos depende do transporte coletivo para sua locomoção e também muitos estão inseridos no mercado de trabalho.
Observando o perfil da nossa clientela é que estamos nos empenhando em realizar essa tarefa educativa o mais consciente possível, garantindo a formação de cidadãos intelectualmente autônomos e socialmente ativos.
NOSSA HISTÓRIA
Fundada em 07 de Junho de 1936, no antigo bairro Cascudo, com o nome de Escola Mista de 26 de Agosto, conforme Ata de instalação. No decorrer dos 79 setenta e nove anos de funcionamento, desde o seu início pertence ao Convênio firmado entre a Seleta Sociedade Caritativa e Humanitária- S::S::C::H::, proprietária das instalações físicas, que sempre apoiou as iniciativas que visem a finalidade do ensino e formação do ser humano para o exercício consciente da cidadania.
I - EVOLUÇÃO HISTÓRICA
A atual Escola Estadual 26 de Agosto, que pelo Decreto nº 9104 de 12 de Maio de 1998, teve sua denominação alterada está situada à Rua Rui Barbosa nº 4580, Bairro São Francisco, CEP 79002- 367, Campo Grande /MS.
II – CRIAÇÃO
Ata de inauguração Oficial da Escola Mista 26 de Agosto em 07 de Junho de 1936
II-ELEVAÇÃO DE CATEGORIA
Elevada à categoria de Escola Reunida 26 de Agosto, Decreto nº 0248 de 24 de Maio de 1957 D.O.14347
III- CRIAÇÃO DO GINÁSIO
Criação do Ginásio Comercial 26 de Agosto, Decreto nº 0521 de 04 de Abril de 1968
IV- ELEVAÇÃO DE NÍVEL
Pelo Decreto nº 1074 de 20 de Agosto de 1970, elevou-a de nível, passando a denominar-se Colégio Estadual de 1º e 2º Graus 26 de Agosto
V-DENOMINAÇÃO ALTERADA
Denominação para Escola estadual de 1º e 2º Graus 26 de Agosto decreto nº 25455 de 16 de Março de 1975
VI – AUTORIZAÇÃO
O ensino de 1º Grau – 1ª à 8ª série foi autorizado pela Deliberação CEE/MS nº 1536 de 14 de Maio de 1987 D. O. de 08 /07/87, que posteriormente foi reconhecida pela Deliberação CEE nº 3188 de 02 de Julho de 1992
VII – CRIAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM CONTABILIDADE
Criado o Curso Técnico em Contabilidade em 1970, autorização de funcionamento nº 42/75 DIAE/DE/MT, Decreto nº 7849/70 ratificando a autorização nº 42/75
VIII-RECONHECIMENTO DO CURSO
O Curso Técnico em Contabilidade foi reconhecido pela Portaria nº 5215 de 12 de Julho de 1977.
IX-INTEGRAÇÃO E INCORPORAÇÃO
Decreto Lei nº 1449 de 12 de Abril de 1973
X-EDUCAÇÃO ESPECIAL
Criação da Educação Especial – Dificuldade de Aprendizagem em 1983, Deliberação CEE nº 1993.
XI – O CURSO DE MAGISTÉRIO
Criação do Curso de Magistério de Pré- Escola e Ensino de 1º Grau – 1ª a 4ª série. Autorização de funcionamento pela Deliberação CEE /MS nº 2444 de 06 de Setembro de 1989 D.O. nº 2628
XII-RECONHECIMENTO DA ESCOLA DE 1º GRAU
Reconhecimento do Ensino de 1º Grau, 1ª a 8ª série do Ensino de 2º Grau, Habilitação Específica de 2º Grau para o Magistério de Pré – escola e do Ensino de 1º Grau 1ª a 4ª série, Deliberação CEE nº 3188 de 02 de Julho de 1992, D.O. nº 3352
XIII- 7044/82
Autorização do Curso Lei 7044/82, Resolução /SED nº 0787 D.O. nº 3476 de 03 de Fevereiro de 1993.No primeiro momento o Curso funcionou no período matutino e posteriormente, passou a funcionar também no período noturno. O processo de Reconhecimento do Curso Lei nº 7044/82, encontra-se em tramitação no Conselho Estadual de Educação
XIV – SUPLÊNCIA ESPECIAL
Autorização Portaria 20/98 de Funcionamento de Suplência Especial 1ª a 4ª série para atendimento de alunos Portadores de Necessidades Educativas especiais
XV-DESATIVAÇÃO GRADATIVA
Deliberação CEE /MS nº 5024 de 20 de Março de 1998 concede a Desativação Gradativa do Ensino de Habilitação Específica de 2º Grau para o Magistério de Pré-Escola e Ensino de 1º Grau 1ª a 4ª série e Técnico em Contabilidade a partir de 1998, com base na Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional nº 9394/1996. A Escola Estadual 26 de Agosto desativou gradativamente o Curso Magistério e Técnico em Contabilidade.
A escola foi construída no espaço físico da Seleta, onde permanece até a presente data. É um dos estabelecimentos de ensino mais antigos da cidade.
Em 1935, a Seleta firmou o Convênio da escola com a Secretaria de Educação do Estado de Mato Grosso, hoje Mato Grosso do Sul, onde este valioso Convênio é mantido, até a presente data.
A escola, quando criada, foi oficialmente denominada Escola Mista “26 de Agosto”, como tudo evoluiu, em 1957 foi elevada à categoria de Escolas Reunidas, mais tarde em 1968 passou para Ginásio Comercial e as suas transformações continuaram acontecendo, vindo em 1970 a receber a denominação de Colégio 26 de Agosto, atendendo o Ensino de 1º e 2º Graus, assim criou-se o Curso Técnico em Contabilidade, naquela época, contávamos com mais de 20 turmas formadas na sociedade.
A Escola Estadual 26 de Agosto foi a 1ª a implantar a distribuição da merenda escolar a nível nacional. Em 1983 nesta Unidade Escolar foram criadas 02 salas de Educação Especial para atender os Portadores de Necessidades Especiais, sendo ampliada em 1997 mais 02 salas para maiores de 14 anos e hoje com carinho especial, já atendemos mais de 40 alunos com necessidades educacionais especiais.
A Escola recebeu reparos no ano de 2010, com verbas viabilizadas pelo Governo do Estado, e por emenda parlamentar temos um circuito de imagem interno e externo o qual muito contribui para a segurança da comunidade escolar. Hoje contamos com mais de 800 alunos matriculados no Ensino Fundamental e Médio. A comunidade educativa da Escola considera fundamental a implantação da gestão democrática, buscando a capacitação continuada dos educadores, objetivando o pleno desenvolvimento do educando e seu preparo para o exercício da cidadania.
Neste sentido, busca a participação da família e da comunidade na elaboração do planejamento, execução e avaliação das ações desenvolvidas. A Escola conta com verbas federais através do programa “Dinheiro Direto na Escola” (PDDE), (Pnae) com o convênio do Poder Estadual contamos com o apoio recíproco e constante da Administração da SELETA do Quadro de Campo Grande / MS. Estas contribuições são empregadas na conservação e manutenção do nosso patrimônio e na aquisição de materiais didático-pedagógicos e de expediente.
Área do terreno: 8.400m2
Escola: 1.740m2
Instalações:
Salas de aula
11
Deposito
01
Sala de tecnologia
01
Biblioteca
01
Secretaria
01
Sala de Professor
01
Sala de Coordenação
01
Sala de Direção
01
Sala de Administrativos
01
Cantina
01
Quadra
01
Banheiros / sanitários
10
Banheiro adaptado
01 Diretor
Adjalmo Malaquias da Silva
Diretor Adjunto
Vera Lúcia da Silva Mendes
Coordenação Pedagógica
Rosa Maria Prevital Riveti
Maria Abadia de Souza
Secretário Escolar
Lucia Alves Godoi
Apoio da Equipe Técnica
Ada Gislaine Santos Quevedo
Ana Rita De Souza Ferreira
Antonia Torres De Souza
Cristiane De Matos
Delza Maria Luiz Borges
Fátima Valeria Alves dos Santos
Glaucia Santos de Oliveira Olarte
Gleicy de Fatima Lima
João Luis Mendes (Biblioteca)
Leicy de Fátima Nogueira de Lima
Marcia Leal Reis Queiroz
Misma de Camargo
Rosangela Ribeiro Sampaio
Samuel Borim Caetano
Sudária Aparecida Machado
Terezinha Rosa Brum
Vera Lucia Sampaio Gomes
Vera Lucia Osti Corrêa
Vera Lúcia V. Pires De Oliveira
Corpo Docente
Diego Saochine Alves
David Alexandre Camilo
Eliel Davi de Lima Anicesio
Edson Roberto Gomes
Felix Mauro Gomes Patinho
Flavio Peixoto de Moura
Franciane da Silva Gaite
Francisco de Assis Ferreira
Geazi Batista Silva
Giani Ramona da Silva
Gisele Freitas de Oliveira
Graciele Ferreira de Oliveira
Henrique Mamede Abrão
Janaina Vasconcelos Martins
João Luiz Mendes
Keli Roberta Avila da Cruz
Kelli Cristina Lucas
Leticia Carolina Veiga Alfonso Dourados
Leticia Martines
Lorival Colombo
Lucilene Ledesma da Silva Areco
Marcos Paredes Martins
Marcio Macário Da Cunha
Marli Santana da Silva
Marilei Arruda Da Rocha Caballero
Mauro César Da Silva
Marluce Meire Carneiro Gonçalves
Otoniel Luiz Alem Blanco
Pamela Cristina Dias Nunes Pessoa
Patrícia Barbosa
Paulo Eduardo DallAcqua
Regina Celia De Paula
Sabrina Wohnrath Bianchi
Silvana Maria Amaral Balsan
Sonia De Fatima Gualberto Ferreira
Sonia Maria Maksoud
Sueidy Marques Alves
Thiago Alves Spontoni
Vera Lucia Teixeira Krastanov
Professora Gerenciadora de Tecnologia e Recursos Midiáticos
Jessica Betania Scheffer
Equipe Administrativa
Arlete Lopes Vaz
Felipa da Silva Jacques
Ionara Weber
Liliane Da Silva Pinheiro
Maria De Fatima Da Silva
Maria Gilvani Araújo De Souza
Maria Marta Martinez Navarro
Maria Romilda Da Silva Borges
Neuza Dos Santos Barros
Otacílio Manoel Da Silva ( Setas)
Plácida Gimenes Benites
Rosilene Ortiz
Silvia Bressan Dos Santos
Valdirene Izaias Moreira De Oliveira
Valdirene Rodrigues De Lima
Sala de Tecnologia: 30 computadores, 2 impressora, 2 data show, 5 aparelho multimídia,1 lousa Interativa digital, 2 note book, 2 câmara digital; 2 DVDs;
Aparelho de Som (4);
Aparelho de TV (4);
Retro projetor (1);
Mapas diversos;
Biblioteca (4 computadores e 1 impressora, mapas diversos (geografia, história, química e biologia),
Microscópio; 2
Materiais e vidrarias de materiais de laboratório diversos;
Administrativo (9 computadores).
1 Lousa Digital
12 quadros de vidro (blindex)
11 Armários com chaves (sala de aula)
A unidade escolar não dispõe deste atendimento, por não ser uma escola pólo e nesta região já existe atendimento especializado.
As organizações são unidades sociais (ou agrupamentos humanos) intencionalmente construídos e reconstruídos, a fim de atingir objetivos específicos.
Elementos da Organização
Composição - Conjunto de pessoas que a compõem (heterogênea - professores, alunos, funcionários); Finalidades - Pretende atingir objetivos específicos e diferentes organizações têm objetivos diferentes; (finalidade comum) ocupam os elementos que a compõem, ocupam os filhos enquanto os pais trabalham, educa e transmitem conhecimentos e diferenciação de funções - Estão estruturadas internamente de modo a que os seus elementos tenham tarefas diferentes (há grupos diferentes e diferentes especializações em termos de trabalho).
Coordenação Racional Intencional - É a coordenação do funcionamento da organização, é racional, porque não é aleatória, tem um conjunto mínimo de estruturas de coordenação e têm definidas intencionalmente diferentes estruturas de continuidade através do tempo – Implica continuidade e perpetuação através do tempo, algo que perdura que continua através do tempo. Fronteiras - Necessita de saber quem pertence ou não à organização.
Na escola não é fácil definir as fronteiras geográficas da organização (com culturas próprias a cada elemento), mas as organizações tentam delimitar fronteiras para definir quem lhe pertence e quem não lhe pertence. O modelo que pertence à escola é idêntico a outras organizações (não no termo de "empresa"). Que sejam oportunizadas alternativas que propiciem a real participação dos alunos no processo ensino-aprendizagem, buscando ter a visão de ser humano como unidade que se relaciona com o mundo dialeticamente. Utilizando a prática esportiva como um resgate da sensibilidade, expressividade, criatividade e da espontaneidade e socialização.
Gestão democrática, gestão compartilhada e gestão participativa são termos que, embora não se restrinjam ao campo educacional, fazem parte da luta de educadores e movimentos sociais organizados em defesa de um projeto de educação pública de qualidade social e democrática. Apesar de as lutas em prol da democratização da educação pública e de qualidade fazerem parte das reivindicações de diversos segmentos da sociedade há algumas décadas, essas se intensificaram a partir da década de 1980, resultando na aprovação do princípio de gestão democrática na educação, na Constituição Federal art. 206.
A Constituição Federal/88 estabeleceu princípios para a educação brasileira, dentre eles: obrigatoriedade, gratuidade, liberdade, igualdade e gestão democrática, sendo esses regulamentados através de leis complementares.
Enquanto lei complementar da educação, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB nº 9.394/96) estabelece e regulamenta as diretrizes gerais para a educação e seus respectivos sistemas de ensino. Em cumprimento ao art. 214 da Constituição Federal, ela dispõe sobre a elaboração do Plano Nacional de Educação – PNE (art. 9º), resguardando os princípios constitucionais e, inclusive, de gestão democrática.
A construção da gestão democrática implica luta pela garantia da autonomia da unidade escolar, participação efetiva nos processos de tomada de decisão, incluindo a implementação de processos colegiados nas escolas, e, ainda, financiamento pelo poder público, entre outros.
A gestão democrática é entendida como a participação efetiva dos vários segmentos da comunidade escolar, pais, professores, estudantes e funcionários na organização, na construção e na avaliação dos projetos pedagógicos, na administração dos recursos da escola, enfim, nos processos decisórios da escola. Portanto, tendo mostrado as semelhanças e diferenças da organização do trabalho pedagógico em relação a outras instituições sociais, enfocamos os mecanismos pelos quais se pode construir e consolidar um projeto de gestão democrática na escola.
Autonomia administrativa – consiste na possibilidade de elaborar e gerir seus planos, programas e projetos.
Autonomia jurídica – diz respeito à possibilidade de a escola elaborar suas normas e orientações escolares em consonância com as legislações educacionais, como, por exemplo,entrega de livros, matrícula, transferência de alunos, admissão de professores, concessão de grau.
Autonomia financeira – refere-se à disponibilidade de recursos financeiros capazes de dar à instituição educativa condições de funcionamento efetivo.
Autonomia pedagógica – consiste na liberdade de propor modalidades de ensino e pesquisa.
Está estreitamente ligada à identidade, à função social, à clientela, à organização curricular, à avaliação, bem como aos resultados e, portanto, à essência do projeto pedagógico da escola. (VEIGA, 1998, p. 16-19
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